O ilustríssimo toaster jamaicano Ranking Joe volta ao Brasil depois de três anos. Voz clássica, Joe iniciou nos anos 70 sua carreira musical, sob a tutela de Coxsone Dodd, e seguiu trabalhando ao lado de artistas do naipe de Dennis Brown e U-Roy, entre outros. É conhecido como o improvisador mais rápido da Jamaica. Aula para MC´s, amantes da música jamaicana e para todos que gostam de um bom som.
Datas confirmadas:
04/12: Florianópolis - Drakkar Endereço: Av. Afonso Delambert Neto, 607
05/12: Balneário Camboriú - Moove Endereço: Rua 4550 nº 70, Barra Sul Preço: 20 reais homem / 10 reais mulher
11/12: Salvador - Zauber Multicultura Endereço: Ladeira da Misericórdia 11 Preço: 15 reais
14/12: Rio de Janeiro - Cinemateque Endereço: Av. Voluntários da Pátria Preço: 30 reais / 20 reais antecipado
16/12: São Paulo - Clash Club Endereço: Rua Barra Funda 969 Preço: 30 reais / 20 reais na lista
19/12: Pindamonhangaba - Eco Bar
mais infos em: http://www.digitaldubs.com.br/rankingjoe/
Ken Lazarus ficou conhecido principalmente pelo período em que foi vocalista da banda de Byron Lee, The Dragonaires. Cantor, arranjador e guitarrista, o artista tornou-se bastante popular e querido no Caribe nos anos 1960, época em que excursionou exaustivamente com a trupe de Byron pela ilha. Talentosíssimo, Ken foi e ainda é um dos grandes nomes da música jamaicana.
Lazarus também integrou o grupo jamaicano Tomorrow´s Children, que não obteve tanto reconhecimento como os Dragonaires. Trabalhou em estúdios como arranjador, produtor e compositor. Em 1972, como intérprete, conseguiu um contrato único com a Federal Records para o lançamento de "Hail The Man", mas ficou aquém das expectativas da empresa, apesar de Lazarus ter sido considerado um artista "comercial", fácil de vender, com uma belíssima voz. Nos anos 1990, o artista mudou-se para a Califórnia, e junto a Pluto Shervington e Ernie Smith armou uma turnê para promover seu álbum solo, "Reflections", com interpretações dele para canções de John Holt, Ken Boothe, Toots, Jimmy Cliff, entre outros. A apresentação mais recente de Ken Lazarus foi na cidade de Toronto, em um show tributo a Byron Lee, em agosto deste ano.
Capa do álbum "Easy Star Lonely Hearts Dub Band", releitura de “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band” dos Beatles.
O dub dos nova-iorquinos do Easy Stars All-Stars invade o Brasil em única apresentação na Clash Club (SP) em 9 de dezembro. Com os membros fixos Michael G, Tciklah, Leom Oppenheimer e Eric Smith, e parcerias diversas, o grupo é conhecido por releituras de álbuns clássicos, como “Dub side of the moon” (The Dark side of the Moon, de Pink Floyd), lançado em 2003, e considerado um dos melhores disco de reggae do século 21, presente na top list do gênero na Billboard por cinco anos seguidos, "Radiodread", homenageando “OK Computer”, do Radiohead, e o mais novo petardo,“Easy Star's Lonely Hearts Dub Band”, que é o cover de “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles. Esse último dá o tom do show da turnê mundial da banda, a Lonely Hearts World Tour 2009, e contou participações de peso: Matisyahu, Michael Rose, do Black Uhuru, U Roy, Bunny Rugs, Ranking Roger, Sugar Minott, Luciano, Frankie Paul, Max Romeo, Steel Pulse, Victor Rice e The Mighty Diamonds.
Yellow P., do Dubversão Sistema de Som, abre o show.
Easy Stars All-Stars (Abertura: Yellow P)
9 de dezembro de 2009, quarta-feira. A casa abre às 20h, e o show começa às 22:30h.
Preço: R$ 65,00 Antecipado (preço sujeito a alteração na porta) Clash Club - Rua Barra Funda, 969, Barra Funda, São Paulo - (11) 3661-1500
Pontos de Venda (pagamento apenas em dinheiro) Ichiban Store (Galeria Ouro Fino - R. Augusta, 2690, loja 319, tel 3064-5587)
Galpão Bibi - R. Tabapuã,1456, Itaim Bibi tel 3078-8629, das 12h às 15h
Sweet Pimenta (Shopping Market Place Morumbi, tel 5543-2466)
Johnny B Good - R. 24 de Maio, 116, R Alta loja 14/19, tel 3223-3492
Colex Oficial, R. 24 de Maio, 166 loja 33, tel 3224-9730
No próximo sábado, a tarde mais animada de reggae acontece mais uma vez na Vila Madalena. Na seleção, clássicos jamaicanos e surpresas sonoras com a Jurassic SoundSystem. Na casa, cerveja gelada, bar ao ar livre, petiscos e música boa.
Rio de Janeiro e São Paulo se encontram na festa carioca Bangarang, no próximo dia 14 de novembro. Os dois maiores e mais tradicionais soundsystems de SP e RJ, The Bangarang e Jurassic Soundsystem, prometem uma noite cheia de clássicos jamaicanos, além de soul, cerveja e muita diversão.
Informações: http://thebangarang.blogspot.com/ e http://youandmeonajamboree.blogspot.com/
BANGARANG - 14 de novembro, a partir das 23:00h.
Café Cultural Casa de Jorge: Rua do Rezende, 26 - Lapa - RJ
Entrada: R$15 na lista amiga (Comunidade Bangarang no Orkut) e R$18 na porta.
Em reportagem de Vinicius Aguiari, na Revista da Hora, que vem encartada no jornal Agora SP, o Groovin Mood aparece entre as indicações de sites de reggae feitas pelo jornalista.
Mais uma vez a tradicional festa jamaicana Bangarang invade o final de semana carioca. No próximo sábado, 24 de outubro, a festa acontece no Café Cultural Casa de São Jorge, com a participação da banda carioca Guanabara Ska Club, e com a Bangarang Sound System mandando pras caixas de som as preciosidades da Jamaica.
BANGARANG - 24 de outubro, a partir das 23:00h.
Café Cultural Casa de Jorge: Rua do Rezende, 26 - Lapa - RJ
Entrada: R$15 na lista amiga (Comunidade Bangarang no Orkut) e R$18 na porta.
A enfermeira jamaicana Judy Mowatt e sua voz poderosa ficaram conhecidas no trio vocal Gaylettes, junto a Beryl Lawson e Merle Clemonson, em meados de 1967. Com grande influência dos vocais femininos da Motown, o grupo gravou sucessos belíssimos, como a canção "Silent River, Runs Deep". Na década seguinte, Beryl e Merle mudaram-se para os Estados Unidos, as Gaylettes separaram-se definitivamente, e Judy iniciou sua carreira solo. Em 1975 conheceu Rita Marley, e gravaram juntas backing vocals para Marcia Griffiths, em disco produzido por Bob Andy. As três passaram a cantar juntas, e formaram o "I-Threes", grupo feminino com vozes arrebatadoras. Trabalharam com Bob Marley e os Wailers. Em 1978, ela e Freddie McGregor produziram o aclamado álbum "Black Woman", plantando as sementes que a tornariam, em 1985, a primeira mulher ganhadora do Grammy de reggae com o álbum "Working Wonders". Judy representou como ninguém a força da mulher dentro da música jamaicana, como cantora, produtora, performer, coreógrafa, dona de estúdio (Ashandan) e artista completa. Ex-adepta do movimento Rastafari, no final dos anos 1990 foi convertida ao cristianismo. Em 1998 lançou seu álbum de estréia gospel, "Love", produzido por Claude Evans; em 2000, criou um projeto musical chamado "Soldados de Jesus Cristo" que contou com outros artistas de reggae convertidos ao cristianismo. Judy Mowatt é mãe de cinco filhos. Uma curiosidade: segundo Judy, Bob Marley, que era seu grande amigo, converteu-se ao cristianismo em seu leito de morte.
Discografia:
Mellow Mood, Tuff Gong, 1975.
Black Woman, Shanachie, 1979 (U.S. release, 1980).
No próximo sábado, 10 de outubro, o CCPC recebe mais uma vez a tradicional festa de música jamaicana organizada pela família You & Me on a Jamboree. A 10ª edição terá o show da banda BA-BOOM (ska -dub - rocksteady - música brasileira), e na seleção Jurassic Sound System e Hail H.I.M.
JAMBOREE PARTY - 10 de outubro, a partir das 23:00h.
CCPC: Rua da Consolação, 1901. Entrada: R$10 na lista amiga (festajamboree@gmail.com) e R$12 na porta.
O SESC Santana apresenta nos dias 3 e 4 de outubro o programa Afro-Futurismo Brasileiro, com três perspectivas atuais e variadas, de origem brasileira, valorizando o aspecto percussivo e diferentes concepções sonoras. Abrindo a noite, o dub de Yellow P (Dubversão Sistema de Som), acompanhado pelo angolano Pitshu no microfone. Depois, o violonista e compositor Kiko Dinucci, revelação do samba paulista, apresenta um show jazzístico, acompanhado por bateria, sax, e pela cantora Juçara Marçal. Para fechar em grande estilo, o percussionista Naná Vaconcelos toca ao lado do quarteto São Paulo Underground (Rob Mazurek + integrantes do Hurtmold), do Mamelo Sound System e do produtor Mike Ladd.
SESC Santana - Av. Luis Dumont Villares, 579 03/10, sábado, 21hs e 04/10, domingo, 19hs. Ingressos: de R$ 5 a R$ 20.
A primeira festa vespertina de reggae está de volta neste sábado. A Jamaican Backyard, que rola na Casa do Mancha - literalmente na casa do Mancha, a pista de dança fica na sala da casa, e o lounge ao ar livre no quintal, que ainda tem barzinho com bebidas e petiscos a preços bem convidativos -, começa às 15:00h e se estende até as 22:00h. No toca-discos, Jurassic Sound System selecionando o melhor do early reggae, ska e rocksteady.
Casa do Mancha - Rua Felipe de Alcaçova, S/N - quase esquina com a Rua Fradique Coutinho - Vila Madalena.
Roy Samuel Reid, morador de rua, morto em 1999 em decorrência de complicações cardíacas. I-Roy, um dos mais vultosos nomes da música jamaicana, pioneiro do reggae nos anos 1950 ao lado de mestres como Count Machuki. Em momentos distintos, do reconhecimento ao seu talento à morte em condições desumanas, Roy S. Reid, ou I-Roy como é mundialmente conhecido, deixou um dos mais importantes legados da história musical jamaicana.
O deejay/toaster I-Roy - inspirou-se em U-Roy - iniciou sua carreira ao lado de outros artistas de soundsystem, situação comum nas ruas jamaicanas das décadas de 1950/1960. Esses músicos passaram a chamar a atenção de produtores, principalmente após o sucesso de U-Roy (em breve no A-Z do Groovin Mood), abrindo portas a outros deejays e toasters e permitindo que fossem contratados para gravações em estúdio.
Gravou para Bunny Lee, Glen Brown, Lee Perry, Gussie Clark, e em 1970 passou a ser parte da vanguarda de grandes DJ´s. Seu álbum de estréia, "Presenting I-Roy" (1973 - Trojan), é considerado um clássico, e foi o primeiro de uma série de álbuns sólidos e influentes. Em 1976, assinou contrato com a Virgin Records, onde gravaria diversos álbuns. Teve nessa época como banda de apoio The Revolutionaries (por onde já passaram Sly e Robbie, Tommy McCook, Ansel Collins...). Na década de 1980, com o surgimento do dancehall, a carreira de I-Roy começou a declinar. Ele não deixou de gravar, mas passou a produzir cada vez menos singles, caminhando assim para o fim de sua trajetória.
Parte curiosa da história de I-Roy é a conhecida "rivalidade" entre Roy e Prince Jazzbo, por meio da troca de desaforos musicais em canções como “Gal Boy I-Roy”, em que Jazzbo questiona a masculinidade de Roy, ou “Jazzbo Have Fe Run”, em que Roy faz piada com um acidente sofrido por Jazzbo. Apesar de terem se dedicado várias canções de teor nada carinhoso, os dois eram grandes amigos nos bastidores.
O fim da vida do artista foi de um padecimento atroz. Nos dez anos anteriores ao seu falecimento, I-Roy lutou contra uma doença desconhecida, que afetava seu sistema cardíaco e causava inchaço no coração, e nenhum médico soube precisar o diagnóstico correto. Leroy Mafia (Mafia & Fluxy) esteve na Jamaica para angariar fundos necessários ao tratamento médico de Roy, mas infelizmente não houve tempo hábil para aplicação dos recursos. Um dos filhos de Roy foi morto na prisão na mesma época. O grande Roy Samuel Reid passou seus últimos dias como morador de rua, vivendo da caridade de outras pessoas, e lutando contra a doença desconhecida que o matou, em novembro de 1999.
Discografia:
* Presenting I Roy (1973) * Hell and Sorrow (1974) * Many Moods of I Roy (1974) * Truths & Rights (1975) * Step Forward Youth (1975) * Can't Conquer Rasta (1976) * Crisus Time (1976) * Dread Baldhead (1976) * Ten Commandments (1977) * Heart of a Lion (1977) * Musical Shark Attack (1977) * The Godfather (1977) * The General (1977) * World on Fire (1978) * Cancer (1979) * African Herbsman (1979) * Hotter Yatta (1980) * Whap'n Bap'n (1980) * I Roy's Doctor Fish (1981) * Outer Limits (1983) * We Chat You Rock (1987) * The Lyrics Man (1990) * Head To Head Clash (1990)
Earl Sixtten iniciou sua carreira nos anos 70, cantando em shows de talentos locais, com forte influencia do soul americano e de artistas jamaicanos como Dennis Brown. Trabalhou com nomes como Lee Scracth Perry, Augustus Pablo, Coxsone Dodd (Studio One), Mikey Dread, Joe Gibbs, Linvall Thompson, Sly and Robbie, Derrick Harriot, entre outros. Earl faz apresentação em terras paulistanas no dia 10 de setembro, quinta-feira, no Jive, zona central da capital. Ao lado de Earl, o pioneiro coletivo carioca Digitaldubs (RJ). Para aquecer a pista, Quilombo Hi-Fi (SP).
O fundador do rocksteady. Assim é considerado Hopeton Lewis, seguindo a versão de que a "culpa" da diminuição no ritmo das batidas do ska é dele. Versão ou não, foi assim, desacelerando o ritmo intenso do ska, que nasceu "Take it Easy", o primeiro rocksteady de que se tem notícia.
O talento de Lewis deu o ar da graça quando o cantor tinha apenas seis anos, e participava de corais de igreja. Aos 15 anos, após o falecimento dos avós que o criavam, decidiu que a música seria seu sustento dali em diante. Formou o grupo The Regals, gravou pelo Studio One, e em seguida mudou para a Federal Recording Company, gravando lá o que seria o marco de sua carreira e também do rocksteady, "Take it Easy", acompanhado por Lynn Taitt & The Jets.
Na década de 1970, após uma parceria com Glenmore Brown em alguns trabalhos, passou a ser vocalista no grupo Byron Lee & Dragonaires, onde permaneceu por quatro anos. No final dos anos 80, lançou seu próprio selo, Bay City Music, voltado para a música gospel, e de lá para cá gravou diversos álbuns com temática religiosa.
Hopeton Lewis tem hoje 62 anos, e é proprietário da Rockstone Music Productions, conglomerado que tem como subsidiárias a gravadora Songs 4Life Ministry, a distribuidora Caribbean Gospel Music, que produz a premiação Caribbean Gospel Music Award, a gravadora e distribuidora Bay City Music Distribution, e a Caribbean Gospel Jubilee Internet Radio. A empresa tem sede em Nova York, cidade onde vive o cantor.
Comemorando a vitória na 1ª Soundclash de São Paulo, Jurassic Sond System apresenta-se no próximo domingo na rua Irmã Simpliciana, próximo ao metrô Sé, no famoso Boteco da Sé. De graça, na rua, a partir das 14:00h. Dividindo o toca-discos, Muamba Sounds.
No próximo sábado, dia 01 de agosto, Jurassic Sound System X Muamba Sounds fazem a esperada soundclash (disputa entre dois soundsystems) no CCPC. Nos toca-discos, Reggay 420 (Santos/SP) e Reggaematic (SP), e Stranjah (Moambessa Sounds) como juiz da disputa.
Sábado, 01/08, a partir das 23:00h
CCPC - Rua da Consolação, 1901 R$ 15 na porta, ou R$ 12 com nome na lista: jurassicsound@gmail.com ou muambasounds@gmail.com
O jamaicano Glenmore Lloyd Brown, ou Glen Brown, ou "The Rythm Master", cantor, músico e produtor, começou sua carreira nos anos 1960 como vocalista de jazz, no grupo Sonny Bradshaw. Em seguida, passou a gravar duetos com Hopeton Lewis, Lloyd Robinson e Dave Barker para produtores do quilate de Duke Reid e Coxsone Dodd. No início dos anos 1970, teve seus primeiros passos na carreira de produtor, no selo Shalimar, gravando com Augustus Pablo, Prince Buster, Leslie Kong e Derrick Harriott. Foi proprietário de dois selos, Pantomime e South East Music, esta última sendo o quartel-general de produções com U Roy, Gregory Isaacs, Big Youth, Lloyd Parks, entre outros grandes nomes. Apesar do talento, Brown não tinha dinheiro disponível, e seus discos eram prensados em quantidade limitada, tornando-os raridade como exemplares originais, mas amplamentes disponíveis em coletâneas . Sua produção de hits teve declínio a partir da segunda metade da década de 1970. Glen Brown vive atualmente em Nova York.
Na próxima sexta-feira, 24, será lançado no Canadá o documentário Rocksteady: The Roots of The Reggae, sobre o ritmo jamaicano que precedeu o reggae que nós conhecemos popularmente. Com noventa minutos de duração, o filme traz entrevistas com alguns dos principais artistas do gênero, com grandes nomes como John Holt, Leroy Sibbles e Marcia Griffiths. Sua pré-estréia ocorreu no início do mês no Festival Internacional de Jazz de Montreal. Rocksteady: The Roots of Reggae, que foi parcialmente financiado pelo governo da Jamaica, é co-produzido por Stascha Bader da Suíça e Raxlen Moss, do Canadá . Bader, que ouve música popular jamaicana desde que um adolescente, e Raxlen, trabalharam no projeto durante cinco anos. Não há previsão de lançamento no Brasil.
Nome novo na cena reggae, mas com peso de tradição. Vamos conhecer The Tempranos, os paraguaios que trouxeram ao Brasil toda a energia do reggae old school na 9ª Jamboree Party, em entrevista com o vocalista Ruben Capdevila.
(por Dani Pimenta)
1 - Quem são os membros do The Tempranos? São todos paraguaios?
A banda é toda paraguaia, e tem sete integrantes fixos: Ruben Capdevila : vocal e percussão; Paulo González: teclados e vocal; Paco Villalba: baixo; Diego Benitez: guitarra; Walter Rodríguez: bateria; Darío Barrios : guitarra; Hugo Falco: sax alto. A banda conta também com sax tenor e trombone.
2 - Quando e como surgiu a banda?
A banda surgiu no final de 2008, por iniciativa de Paulo e Paco, que eram vizinhos, e que conheceram Diego num fórum de internet sobre a cena do reggae paraguaio. Eu já conhecia o Paulo, e passei também a participar do fórum, onde então concordamos que tínhamos os mesmos gostos musicais e pensamos na possibilidade de montar uma banda. O problema era que a gente tinha dois baixistas (Paco e eu), mas ninguém no vocal, e o Paulo acabou por sugerir que eu fosse o vocalista. Daí o Walter, um batera que era muito bom, ofereceu uma sala de ensaio onde até hoje tocamos incansáveis horas. Trabalhamos muito já que todos vinham viciados pelos diversos ritmos de reggae, que na verdade não tinha nada a ver como o verdadeiro estilo. Trabalhamos as pegadas, os ritmos, os menores detalhes, para ser o mais fiel possívelao estilo, em cada instrumento. Nessa primeira época trabalhamos intensamente a identidade do grupo. Começamos com covers clássicos como“Gonna Take a Miracle” na versão de Alton Ellis, “I see your face” do John Holt, “Shanty Town” de Desmond Dekker, “Live injection” de The Upsetters entre outros.Na primeira vez que nos fizemos um show a reação das pessoas ante este ritmo (velho) novo foi muito boa, e imediatamente The Tempranos surgiu como uma alternativa diferente na cena paraguaia, e chamou a atenção do publico em geral e de músicos. Pouco tempo depois já fizemos músicas próprias e aos 5 meses de vida gravamos o primeiro EP, “Boss Sound”,só com músicas próprias,refletindoapaixão que temos pelo early, skinhead reggae, rocksteady, ska, soul, etc.
3 - Porque o nome The Tempranos?
A palavra Temprano traduzida ao português quer dizer “cedo”, ou no inglês early, em relação aoearly reggae. Também pensamos que “Tempranos” soava um pouco como “Sopranos”, como uma mistura, em alusão ao estilo gangster, rude boy, que nós gostamos muito.
4 - Como vocês conheceram o reggae? Porque a preferência pelo rocksteady e pelo early?
Alguns dos integrantes já fizeram parte de bandas de reggae ou rock. Fui baixista de 3 bandas de reggae-fusão, o tecladista Paulo foi batera de uma banda de reggae e o Walter, baterista, foi parte de uma banda de reggae- fusão. A preferência pelo skinhead reggae e o rocksteady se deu porque pensamos que sería bomtocar esses ritmos que não são tão populares como o roots, ou o ska (no Paraguai o ska é sinônimo de ska-punk que foi moda por muito tempo). Elegemos o early reggae e o rocksteady como estilo da banda pela excelente sonoridade, a pegada, e toda a cultura, moda e o estilo do ritmo.
5 - Quais são hoje as principais influências da banda?
Têm muitas. The Upsetters. The Symarip, The Gaylads. Desde Studio One na Jamaica até Buster na Inglaterra, passando por todo o movimento skinhead reggae de 69, o rocksteady, o northern soul, lovers rock, djs como por exemplo Dennis Alcapone ou King Stitt, cantores como o Pat Kelly, Alton Ellis, Ken Parker, John holtetc. Os Skatalites foram o começo de tudo, e absorvemos tudo o que vem depois, atémais ou menos meados de 1970.
6 - O que os Tempranos ouvem em casa?
Bom, é bem diverso, alguns gostam um pouco mais do ska, outros do soul... Muito skinhead reggae, roots, até 2 tone. Paulo e Paco tocavam em uma banda de horror punk influenciada por Misfits e Zumbis do Espaço, por exemplo. O Diego gosta muito de ska, o Walter de soul e funk. Eu gosto muito de soul e funk, como The Mohawks , The Jb’s, Earl Van Dyke. Em geral The Tempranos escuta muito The Upsetters, muito skinheadreggae, nos ensaios temos seleções que o Paulo faz, pura pedra.!
7 – Vocês vieram ao Brasil tocar na já tradicional festa Jamboree Party, em São Paulo. Como foi para vocês a vinda ao país? Pretendem voltar?
Para nós, fazer um show no Brasil era um sonho, mesmo porque nós admiramos muito o trabalho de Jurassic Sound System e também de You and Me on a Jamboree. Gostamos muito do “Mood”da festa,foi muito legal ser parte e compartilhar com vocês o pouco que podemos oferecer, e aguardamos muito ansiosos o momento de voltar. Mas agora já fizemos um convite especial para Jurassic Sound Systeme temos pensado fazer uma grande festa aqui no Paraguai.
Só dizer para todos que esperamos voltar a São Paulo, e que foi muito legal mesmo tocar para um publico que sabe apreciar e que curte demais o verdadeiro estilo.
O saxofonista Egbert Evans, remanescente da Alpha Boys School, faleceu no dia 2 de julho no Hospital da University of the West Indies, Jamaica. Evans, 56, foi internado após ter sofrido um colapso em St. Andrew. O músico trabalhou com nomes como Freddie McGregor e Burning Spear.
Conhecido como 'Eggie', Evans era diabético, e em decorrência da doença teve sua perna direita amputada no início deste ano. Em abril, amigos do artista organizaram um show beneficente para Egbert Evans em St. Andrew, como meio de arrecadar fundos para auxílio em suas despesas médicas.
Como muitos músicos jamaicanos, Evans formou-se na Alpha Boys School, Kingston, local que produziu também notáveis como Don Drummond, Tommy McCook e Lester Sterling, membros que faziam parte da banda Skatalites.
Evans passou a tocar com as bandas In Crowd e de Boris Gardiner durante a década de 1970. Mais tarde, ele tocou com McGregor, Burning Spear e, mais recentemente, o Mystic Revelation of Rastafari.
Para total esclarecimento da causa da morte, uma autópsia será realizada em Evans no próximo dia 21 de julho.
Próximo final de semana animado no eixo Rio - Sampa para os amantes da música jamaicana. Em São Paulo, a nona edição da Jamboree Party trará ao Brasil a banda The Tempranos (Paraguai - http://www.myspace.com/thetempranos), que com seu skinhead reggae enérgico e de qualidade, é uma das grandes promessas da cena na América do Sul. O soundsystem convidado será o Leggo Violence (SP), selecionando roots e rub-a-dub no lounge. E a já tradicional discotecagem da Jurassic Sound System, que mantém pernas e braços em movimento constante até a última música da noite.
04/07/2009, às 23:00h
R$10 lista (jamboreeparty@hotmail.com) - R$12 porta
The Bangarang, a festa jamaicana - carioca já tradicional no bairro da Lapa, acontece no dia 04/07, próximo sábado, a partir das 23:00h. R$ 12 na lista amiga.
Infos e lista amiga: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=46952897&tid=5347256428529277618&start=1
CAFÉ CULTURAL MAL DO SÉCULO R. do Rezende, 26 - Lapa LISTA AMIGA - R$12,00
A carreira de Freddie McGregor é uma das mais longas e prolíficas da música jamaicana. O produtor, compositor e cantor deu os primeiros passos na carreira musical aos 7 anos de idade, na década de 1960, ao integrar o trio vocal de rocksteady Clarendonians, junto a Peter Austin e Ernest Wilson. Quando o grupo decidiu pela separação, Freddie formou um duo com Ernest, "Freddie & Fitzroy", e juntos gravaram diversos singles. Trabalhou no Studio One, sua gravadora desde a época dos Clarendonians, por quase toda a década de 1970, e por lá desenvolveu e aprimorou a técnica e o estilo vocal, além de fazer backing vocal para bandas como Soul Syndicate e Generation Gap. Simultaneamente, começou a compor suas próprias canções.
Em meados de 1975 McGregor converteu-se ao rastafarianismo, passando a fazer parte do movimento das Doze Tribos de Israel, decisão que teve importante impacto em sua musicalidade. Trabalhou com o produtor Niney the Observer em 1979, e nos anos 1980, de volta ao Studio One, sua popularidade como artista solo cresceu. Gravou hits como "Big Ship", "Push Comes to Shove", "Just Don't Want to Be Lonely" e"I Was Born a Winner", bem como covers e versões de diversos sucessos do early reggae. Em 1984, inagurou sua própria gravadora, a Big Ship, que hoje toca em parceria com seu filho, Stephen McGregor, produtor de dancehall. Produziu diversos álbuns por toda a década de 1990, e a pleno vapor em 2000, surgiu com o aclamado Signature. Em 2002 recebeu o Grammy pelo respeitado Anything for You. Freddie McGregor mantém a McGregor's Children's Fund, entidade criada em Birmingham, no Reino Unido, e direcionada a educação musical de jovens. Na Flórida , cuida do Big Ship Foundation Inc., voltado à manutenção e auxílio de escolas carentes.
Discografia:
Zion Chant - 1979
Bobby Babylon - 1980
Yes, i´m ready - 1982
Big Ship - 1982
Love at first sight - 1983
Riddim so nice - 1985
All in the same boat - 1986
Don´t wanna be lonely - 1988
Early days of Freddie - 1992
Legit - 1993
Reggae Rockers; Push On; Carry Go Bring Home - 1994
Pelo terceiro ano consecutivo, as nossas terras tupiniquins serão palco para a mais antiga e respeitada banda de ska ainda na ativa: Skatalites. Na turnê deste ano, os shows acontecerão em São Paulo (04/06), Rio de Janeiro (05/06), Brasília (06/06) e Porto Alegre (07/06). A apresentação contará com os integrantes da formação original Lloyd Knibbs (bateria), Lester Sterling (sax alto) e a diva Doreen Schaffer nos vocais, além da participação do saxofonista Cedric “IM” Brooks, comemorando o lançamento do DVD “Arena”, registro da primeira passagem da banda pelo país, em 2007.
A festa Primous, organizada pelos Selectors BSide, estréia casa nova neste sábado. Antes realizada no Hole Club, na Rua Augusta, agora a confraternização vai para a Avenida Dr. Arnaldo. Com participação de Jurassic Sound System e convidados.
No Açaí B&B. Av. Dr. Arnaldo, 1.179, próximo ao metrô Clínicas.
Jurassic Sound System na Vila Madalena neste sábado, 23/5, a partir das 15 horas. Em uma casa - literalmente falando - bastante agradável, com quintal, cerveja barata e petiscos, acontecerá o "esquenta" para a Primous, que acontece amanhã também, a partir das 23 horas na Av. Dr. Arnaldo.
Jamaican Backyard!
Local: Casa do Mancha Endereço: Rua Felipe de Alcaçova S/N (Esquina com Fradique Coutinho e Fidalga), Vila Madalena Horário: das 15 as 22h Preço: 5 Reais
Sucesso desde os catorze anos de idade, Errol Dunkley é o nome desta semana no A-Z.
"Gipsy", em dueto com Roy Shirley; "My Queen", produzida por Prince Buster; "Love me Forever". Em 1965, Errol Dunkley já era um dos grandes nomes do rocksteady / early reggae. Com catorze anos na época, dono de uma voz bastante aguda, o cantor imprimia às suas melodias uma aura suave, romântica, que tornava as composições originais e únicas. Seu primeiro grande sucesso, do ano de 1967, foi "You´re gonna need me", faixa produzida por Joe Gibbs. Após, gravou algumas produções de Coxsone Dodd e Bunny Lee, mas nenhuma obteve tanto êxito quanto as da fase anterior, que contou também com "My Queen" e "Love me Forever". Em 72, "mais um sucesso: o álbum "Darling Ooh", que teve como carro-chefe a faixa título, e foi produzido pelo próprio Errol Dunkley junto a Sonia Pottinger. Fundou o selo African Museum e abriu sua loja de discos em Kingston, com Gregory Isaacs, e pouco depois mudou-se para Londres. Em terras britânicas, deu sequência à carreira, lançando "Ok Fred", e empacando outros hits. Após o início da década de 80, Dunkley manteve-se em uma espécie de ostracismo. Lançou dois álbuns, e a partir de então regravou hits, participou de coletâneas e fez shows esporádicos, e é de tal forma que vive atualmente.
A Solomonic Records, em parceria com a World Wide Zojak, líder na distribuição digital, anunciou o relançamento do álbum de Bunny Wailer, "Blackheart Man" , em versão estendida. Remasterizado e reorganizado, o disco será apresentado no Itunes durante o mês de maio, e será lançado na terça-feira, 26.
Aos 62 anos, Bunny "Jah B" Wailer diz ter pensado neste novo trabalho motivado pela passagem do tempo. "Esta é a minha responsabilidade, para preservar a minha história. Isso é algo que tenho que fazer." Em "Blackheart Man", o lendário Bunny Wailer reforça a condição atemporal de suas canções, com "Dreamland", "Rast a man" e "Fighting Against Conviction". Bob Marley e Peter Tosh aparecem nos vocais juntamente a parte rítmica dos Wailers, e também Tommy McCook, Earl "Chinna" Smith e muito mais.
A Bridgestone promove de 14 a 16 de maio, no Citibank Hall, em São Paulo, a segunda edição do Bridgestone Music Festival. Nesse ano, shows inéditos de grandes nomes do soul, blues e jazz, como o baterista Jimmy Cobb e sua So What Band, as premiadas cantoras Bettye LaVette e René Marie, o trompetista Jeremy Pelt, o pianista Robert Glasper e a dupla Tokunbo Akinro & Morten Klein. Serão duas atrações por noite, o "double bill", formato semelhante ao de alguns dos mais importantes festivais europeus.
O jamaicano Lester Bullock, mais conhecido como Dillinger - o codinome Dillinger vem de John Dillinger, famoso ladrão de bancos da década de 30, considerado public enemy da polícia dos EUA, e foi dado a Bullock por Lee Scratch Perry -, é o nome da vez no A a Z dessa semana.
O jovem Dillinger, no fim da década de 60 / começo da década de 70, era um assíduo seguidor do soundsystem de Dennis Alcapone, El Paso. Essa insistência fez com que passasse a trabalhar como DJ na El Paso, em 1971, fortemente influenciado por Big Youth, U Roy e Dennis Alcapone, sendo apelidado de Alcapone Jr., antes do batismo como Dillinger. Parte da segunda geração de toasters em evidência na década de 70, gravou para diversos produtores, como Augustus Pablo ("Brace a Boy"), Joseph Hoo Kim ("CB 200") e Coxsone Dodd ("Killer Man Jaro"). Alcançou o auge em 1978 com o sucesso "Cocaine in my Brain", e aproveitando a onda lançou "Marijuana in my Brain" em 1979. Anos mais tarde, em 2004, "Cocaine in my Brain" foi parar no jogo Grand Theft Auto: GTA San Andreas, e conquistou novos fãs.
A irreverência de Dillinger, marca registrada desde o início da sua carreira, imprime às canções do artista ares de humor e erotismo. Sua extensa discografia é contraponto à relativa baixa popularidade do artista entre os ouvintes da música jamaicana. Já entre músicos modernos, parece que o pai de "Cocaine in my Brain" tem grandes admiradores: a banda The Mars Volta fez um cover de "Marijuana in my Brain" durante apresentação em 2008, despertando a curiosidade daqueles que nunca haviam escutado Dillinger.
Discografia:
- Three Piece Suit - Ready Natty Dreadie , 1975 - CB 200, 1976 -Corn Bread, 1978 - Join the Queue, 1983 - Cocaine, 1983 - I Need a Woman, 1993 - Say No to Drugs, 1993 - Gangster, Prankster & Rasta, 2001
Pelo segundo ano consecutivo, a Jurassic Sound System faz a Virada Ilegal, em paralelo aos eventos da Virada Cultural 2009. A primeira edição, em 2008, lotou a rua Irmã Simpliciana de ponta a ponta durante toda a noite e madrugada, e este ano será ainda maior. Na Garrard, além da família You & Me / Jurassic Sound, tocarão os convidados Kultcha Sounds, Selectors B Side e Moaambessa Sounds.
Carl Dawkins, ou Ras Dawkins, é um veterano artista da cena jamaicana. Foi aluno da Kingston High School (antes, Kingston Secondary School), lugar de onde saíram nomes como Marcia Griffiths e Derrick Morgan. Jogava críquete e futebol, tinha uma grande paixão pela dança, mas foi o reggae que deu o rumo de sua vida. Dawkins foi amigo muito próximo de Slim Smith, acompanhando de perto a formação do grupo vocal de rocksteady The Techniques - Smith, Fredrick Waite, Winston Riley e Franklyn White - , e acabou tornando-se uma espécie de componente secreto do grupo, auxiliando nos shows e gravações. Em 1966, gravou "Baby I Love You", produzido por J.J. Johnson. Em 1970, lançou o single "Satisfaction", que vendeu mais de 80.000 cópias, e lhe rendeu o apelido de Mr. Satisfaction. Na época, foi detido por fumar maconha, e ficou preso na Fazenda Penitenciária Richmond , Jamaica, junto a Toots Hibbert, Lord Creator e Bunny Wailer, entre outros. O envolvimento com drogas pesadas abafou um pouco do seu brilhantismo, que foi retomado por meio de sua parceria com Lee Scratch Perry em álbuns, compilações e singles. Carl Dawkins aderiu ao Rastafarianismo na década de 80. Em 2007, foi lançado o DVD "Mr.Satisfaction", produzido pela Vintage Boss Productions, que conta toda a história do artista, da infância ao lado do pai, que também foi músico, até a luta contra a dependência de drogas.
Começa hoje a turnê brasileira do grupo de dirty reggae Aggrolites, para lançamento do álbum "IV", disco sucessor de “Dirty Reggae” (2003), “The Aggrolites” (2006) e “Reggae Hit LA” (2007). Os Aggrolites são Jesse Wagner (vocais, guitarra), Roger Rivas (órgão), Jeff Roffredo (baixo) e Brian Dixon (guitarra), e o baterista convidado Rick Falomir.
A banda surgiu em 2002, acompanhando uma turnê de Derrick Morgan. Desde então, alcançou reconhecimento e respeito mundiais, resgatando o bom e velho early reggae.
A partir de hoje, em Porto Alegre, SP e RJ.
23/04/2009 - Porto Alegre/RS Porão do Beco - Av. Independência, 936 Horário: 22h00 Ingressos: R$ 30,00 (Club Ska) e R$ 50,00 (antecipados e estudantes) Informações: 51 3026-2126
24 e 25/04/2009 - São Paulo/SP Inferno Club - Rua Augusta, 501 Horário: 23h00 Ingressos: R$ 30,00 (Club Ska) e R$ 50,00 (antecipados e estudantes) Informações: 11 3120-4140
26/04/2009 - Rio de Janeiro/RJ Teatro Odisséia - Av. Mem de Sá, 66 Horário: 19h00 Ingressos: R$ 30,00 (Club Ska) e R$ 50,00 (antecipados e estudantes) Informações: 21 2266-1014
Na série A a Z desta semana, o Groovin Mood fala de Bob Andy, grande nome do Studio One, e um dos mais importantes cantores jamaicanos ainda vivos.
Bob Andy (nascido Keith Anderson, em 1944, na Jamaica) foi membro da primeira formação do trio vocal Paragons, junto a Tyrone Evans, Junior Menz e Leroy Stamp. Cria do Studio One, gravadora do lendário produtor Coxsonne Dodd, Bob decidiu seguir carreira solo logo após deixar o Paragons, e o início dessa nova fase foi marcado pela gravação do rocksteady "I´ve Got to Go Back Home", de 1966, que tornou-se uma espécie de hino jamaicano na época. Trabalhou com Jackie Mittoo em algumas canções, e compôs músicas para diversos artistas, como Ken Boothe e Delroy Wilson. Em 1970, Bob Andy e Marcia Griffiths reuniram-se para gravar, e a junção dos dois astros rendeu grandes frutos. Bob&Marcia ficaram nos topos das paradas inglesas, e gravaram dois álbuns pela Trojan Records, "Sweet Memories" e "Kemar". Na década de 80, atuou no filme "Children of Babylon" (1980) como ator principal, e participou do longa "The Mighty Queen" (1989), que contou também com Rita Marley no elenco. Hoje, com 64 anos, Bob ainda vive na Jamaica, e segue a religião rastafari. Todo o talento do artista não foi devidamente recompensado e reconhecido mundialmente, talvez por não ter compartilhado dos ideais da indústria fonográfica, ou ainda, segundo diz em diversas entrevistas, por não ter recebido o devido valor que merecia dentro do Studio One - a relação de Bob Andy e Coxsonne era controversa. De qualquer maneira, é um dos grandes artistas vivos na Jamaica, que marcou diversos momentos da música com sua importante contribuição.
Amanhã, 19/04, das 14:00 às 20:00, a Jurassic Sound System estará no já tradicional "Boteco da Sé", mandando o melhor do early reggae, roots, rocksteady, dub e ska.
O espaço multicultural Teatro Mars, na Bela Vista, apresenta durante as noites de quinta-feira do mês de maio uma programação voltada ao melhor da música jamaicana. Do dub ao ska, do roots ao rocksteady, para a alegria dos amantes do bom e velho som da ilha caribenha.
RS 12,00, às quintas-feiras de maio, a partir das 22:00h.
Rua João Passalacqua, 80 - Bela Vista Infos: 3105-8950.
Semanalmente, o Groovin Mood fará um breve passeio pelas biografias dos mais importantes nomes da música jamaicana. A série A a Z começa falando do produtor Augustus Pablo, mestre cultuado pelos amantes do dub.
Nascido em St. Andrew, Jamaica, em 1954, Horace Swaby - verdadeiro nome de Pablo - aprendeu a tocar órgão ainda criança, no Kingston College School. Tempos depois, no final dos anos 60, uma amiga de Swaby lhe apresentou a melódica, ou escaleta, instrumento de sopro similar a uma flauta com teclas, e a paixão foi instantânea. Em meados de 1970, já como Augustus Pablo - nome dado a ele por Chin Ly, a fim de atribuir uma aura misteriosa à figura do artista -, gravou sua primeira canção, "Iggy Iggy", em que usou a escaleta como instrumento base. A partir de então, começou a construir melodias para diversos produtores, e fez de seu estilo algo marcante, tornando-se ele próprio um importante produtor. King Tubby e Augustus Pablo formaram uma grande parceria, e dela surgiu um dos grandes álbuns do dub," King Tubby meets Rockers Uptown". Heptones, Dillinger, e outros grandes artistas foram produzidos por ele. A oportunidade dada por Pablo a jovens talentos desconhecidos acabou por mostrar ao mundo nomes como Hugh Mundell, Junior Delgado, Leroy Sibbles, e apesar de sua contribuição ao universo do reggae, o reconhecimento dado à figura de Augustus Pablo não é o ideal, até hoje. Seus últimos anos de vida foram dedicados à sua loja de discos, e à turnês e lançamentos mais esporádicos, mas não de menor qualidade. Além de sua discografia oficial, existem diversas coletâneas, produções e participações do músico em álbuns de outros artistas. Pablo morreu em 1999, em decorrência de uma grave doença neuromuscular, a miastenia gravis. Deixou dois filhos: Addis, que também é músico, e Isis.
Discografia:
1973 -This is... Augustus Pablo
1974 - Ital Dub
1975 - Dubbing In a Africa; Thriller (aka Pablo Nuh Jester)
1977 - East of The River Nile
1979 - Africa Must Be Free By 1983 Dub (Hugh Mundell e Augustus Pablo)980
1980 - Eastman Dub; Rockers Meets King Tubby in A Fire House
Já na sua oitava edição, a importante festa bimestral Jamboree Party acontece no próximo sábado, 04/04, trazendo como convidados a banda Brasilites e os soundsystems Kulcha Sounds e Zion Brothers. A maior novidade fica por conta das novas caixas da Jurassic Sound System. Somadas as potências da anterior e dessas, chegarão aos ouvidos do público algo em torno de 6 mil watts RMS.
Data: 04/04 (Sábado) Local: CCPC - Rua Consolação, nº 1901 (Próx. ao metrô Consolação) Horário: 23:00 Hrs Preço: 10 c/ nome na lista - 12 s/ nome na lista
No próximo domingo, 29/03, Jurassic Sound System apresenta-se em companhia de Magrão (Dubversão) no Tapas Club, mais novo reduto musical da Rua Augusta.
Domingo, 29/03, das 18 AS 24 @ TAPAS CLUB - R.AUGUSTA 1246.
AQUECIMENTO JAMBOREE 8 COM JURASSIC S.S. + MOAANBESSA S.S.O MELHOR DO SKA-ROCKSTEADY-EARLY REGGAEATÉ AS 21 HORAS = 5 REAISDEPOIS DAS 21 = 10 REAIS
Depois da última visita ao Brasil, em 2007, a banda que tinha como integrante mais famoso o cantor Bob Marley volta para terras tupiniquins no próximo final de semana. O Espaço das Américas receberá no dia 22/03 (domingo) a banda The Wailers, que hoje conta com apenas um integrante da formação original, Aston Barrett, e varia com vocalistas competentes em suas turnês. A abertura do show fica por conta das bandas Leões de Israel e Planta&Raiz.
THE WAILERS
Espaço das Américas Dia 22/03 (Domingo), a partir das 17hs Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda Tel.: (11) 3829 4899 Ingressos: Primeiro lote - R$ 40 (com a apresentação da carteira de estudante ou 1 kg de alimento não perecível). Segundo lote - R$ 50 (com a apresentação da carteira de estudante ou 1 kg de alimento não perecível) Capacidade: 8 mil pessoas Censura : 18 anos.
Sempre levando o conhecimento sobre a música jamaicana de qualidade para todos os cantos, a família You&Me on a Jamboree acaba de criar um novo canal para os amantes das canções da ilha: a rádio You&Me, que além de música, conta com um chat para os ouvintes trocarem idéias, sons e dicas.
O prêmio Jamaica Reggae Industry Association Awards 2009, oferecido pela JARIA (Jamaica Reggae Industry Association), foi um misto de acontecimento e lição histórica, lição essa conectada às biografias dos indicados em cinco categorias: artistas, engenheiros e produtores, sistemas de som, músicos e a premiação especial JARIA Life Award, onde através de vídeos, os indicados contaram as suas histórias de vida e êxito. O evento foi realizado em 1º de março, e segundo a Ministra da Informação, Cultura, Juventude e Desportos da Jamaica, Olivia Grange, foi "um passo gigantesco para a indústria musical". Count Ossie and The Mystic Revelations of Rastafari foi o grupo premiado com o primeiro JARIA Lifetime Achievement Award. Sam Clayton, o único sobrevivente dos membros do grupo, recebeu o prêmio. "Música é a terapia para a desordem traumática pós-colonial", comentou. Outros ganhadores foram Lennie Hibbert, o mestre do vibrafone na Jamaica, e o tecladista Ansell Colins. King Tubby Hi-fi e Jah Love Muzik foram os sistemas de som premiados, Leslie Kong (produtor jamaicano de descendência chinesa) e Sonia Pottinger foram agraciados com o prêmio de melhores produtores, e Sid Bucknor e Sylvan Morris foram reconhecidos por suas contribuições à indústria como “engineers”. Dennis Brown e Pam Hall foram os escolhidos na categoria “artistas”, sendo que o prêmio póstumo destinado a Dennis foi recebido por seu filho, Daniel Brown. A noite ainda contou com as apresentações de Freddie McGregor, a premiada Pam Hall, Leba Hibbert, e outros, com exibição de um vídeo em homenagem aos grandes artistas jamaicanos falecidos em 2008.
Alexis Langlois, francês, 32 anos. Kanka, para os apreciadores de dub mundo afora. Responsável por competentes mixagens e invenções, o produtor de stepper falou ao Groovin Mood, em entrevista abaixo.
(por Dani Pimenta)
Groovin Mood - Alex, uma curiosidade: o que significa Kanka? No dicionário caboverdiano, por exemplo, Kanka quer dizer "a canção do galo", algo bastante sonoro, barulhento... Há alguma relação do tipo? Kanka - Na verdade, o meu Kanka foi sugestão de um amigo, que dizia soar bem a palavra "Kanka". Uma coincidência.
GM - Como foram seus primeiros contatos com a música jamaicana, suas primeiras impressões, primeiros ídolos? Kanka - Eu descobri a música jamaicana quando eu tinha 18 anos de idade, ouvindo Max Romeo, Sylford Walker, U-Roy, e mais tarde com artistas do dub, como Lee Perry, King Tubby e Scientist. Então eu percebi que este estilo de música é muito interessante, por permitir um monte de possibilidades, privilegiando baixo, percussão e efeitos (e não a voz...).
GM - Você fazia parte de uma banda, a King Riddim. Quando surgiu a banda? Ela ainda existe? Kanka -King Riddim era uma banda de reggae com 9 músicos, formada em 1996, e não está mais em atividade desde 2006. Tornei-me parte dela em 1998, como percussionista, e saí em 2004.
GM - Então você mantinha a King Riddim em paralelo ao trabalho como produtor. Kanka - Sim, na verdade dei os primeiros passos como Kanka dentro da King Riddim. Então, eu depressa compreendi o que era mais interessante para mim.
GM - Quando você passou a tocar definitivamente como Kanka? Kanka - O projeto Kanka começou realmente em 2003.
GM - Como você define o seu som? Kanka - Não é fácil para mim para definir o som do Kanka. Eu diria que é "steppa style", ou seja, com um permanente movimento a maior parte do tempo. O tambor e o baixo são pesados. Eu sempre uso velocidade, tempos marcados, porque eu gosto quando as músicas são dançantes, como uma dança tribal.
GM - Como você faz as suas composições, que elementos são usados? Kanka - Para compor eu crio primeiro os tambores e os sons graves no fruity loops. Então, eu trabalho no Cubase SX e adiciono os teclados, melodia, efeitos, voz ...
GM - Várias de suas músicas foram gravadas em parceria com Brother Culture. Como foi seu contato com ele? Kanka - O encontrei por meio da minha gravadora, a Hammerbass, e foi durante meu primeiro show, minha primeira turnê, e naquela ocasião ele estava tocando com Mannaseh (Nick Manasseh, importante nome do roots inglês. Com Manasseh, Brother Culture percorreu países como Ilhas Reunião, Sérvia, Israel, Zâmbia, Trinidad, México.) Daí surgiu a parceria.
GM - Qual a discografia do Kanka? Kanka - Em 2003, a autoprodução "Every night is dub; em 2005 "Don´t stop dub "; em 2006" Alert" ; 2007, "first maxi with vibronics"; 2008, "first maxi as kanka,; e em 2009 meu novo álbum, "Submersion".
GM - E seus trabalhos e projetos atuais? Kanka -Em 6 de Abril próximo, lançarei o "Submersion", e em breve um novo maxi também. E eu comecei a apresentar um projeto secundário de dubstep.
GM - Como anda a cena reggae/dub na Europa? Kanka - Acho que há uma dinâmica favorável na Europa para o reggae e para o dub. É ainda algo meio underground, como em todos os lugares mais "ricos", creio.
GM - O que Kanka ouve em casa? Kanka - Eu ouço coisas diversas, como o hip hop, dubstep, roots, dub, drum & bass, mas infelizmente não tenho muito tempo para ouvir e descobrir novas bandas.
GM - Você recebe algum tipo de feedback brasileiro? Emails, mensagens...? Já nos visitou antes, ou pretende vir para terras tupiniquins? Kanka - Às vezes eu recebo alguns e-mails do Brasil, mas não muito. Alguns músicos do Brasil fizeram alguns remixes dos meus sons, mas algo mais para o "divertimento". Apesar disso, não tenho contatos por aí. Nunca fui ao Brasil, e realmente sinto bastante vontade de visitá-los, até porque pouco conheço sobre a cena de reggae e dub daí.
GM - Qual a mensagem do Kanka aos fãs brasileiros? Kanka - Eu quero agradecer às pessoas que me ouvem no Brasil. É muito longe da França ,e é um grande prazer para mim ser escutado aí. Digo a todos "keep on dubbing!", e que tenho grande respeito por todos os fãs. Agradeço à você, Dani, por esta entrevista. Continuaremos em contato. Desejo a todos vocês o melhor. Vejo você em breve, boa sorte para o futuro !!!!!!!!
Formada em 2007 por integrantes de bandas roots do cenário nacional, a big band de ska Brasilites (antes chamada Rise and Shine Band) fala ao público sobre seu trabalho em um bate-papo de Rafael Senegal, integrante da banda, com o Groovin Mood.
(por Dani Pimenta)
GM: Quem são os Brasilites?
Rafael Senegal: Lincoln Bretha - contrabaixo, Douglas Earl - bateria, Rafael Senegal - teclado, Thales Anzelotti – guitarra, Andre Mitsuoka – trombone, Edu Oliver - trompete, Gutierrez- Trompete, Cristiano - Sax, Juliano - Percussão, Edu Sattajah - Vocal
GM: Como surgiu a Brasilites, quem teve a idéia, e porque o ska, apesar da bagagem roots dos integrantes? RS: Surgiu como uma idéia entre amigos. Sempre fazíamos shows juntos, mas em bandas diferentes, e tínhamos vontade de montar um projeto para tocarmos todos juntos numa mesma banda. O ska é o inicio do reggae e de vários outros estilos musicais, já tocávamos dub antes, dai juntamos os metais e resolvemos fazer ska, mas também tocamos reggae, jazz, blues e rocksteady no nosso repertório...e nada mais roots que tocar o old school...hahaha!
GM: Vocês eram (ou ainda são) integrantes de outras bandas nacionais. Quais eram as bandas? RS: Alguns participam de algumas bandas e outros continuam integrantes das respectivas bandas: Planta e Raiz, Natiruts, Ponto de Equilibrio, Leões de Israel, Reggae Style...
GM: Vocês mantém os outros projetos em paralelo ou tocam só com o Brasilites?
RS :O nosso projeto paralelo é o Brasilites, mas um dia pode virar o oficial.
GM: De onde são os integrantes? Paulistanos, cariocas...?
RS: Todos de São Paulo e um de Brasilia.
GM: Como é hoje a recepção do público das bandas em que vocês tocavam antes dos Brasilites? RS : Na verdade é um outro tipo de público, mais underground, e ainda não tivemos a oportunidade de tocar em um grande festival, para sabermos a aceitação do público.
GM: Quem são as maiores referências musicais da banda? RS : Skatalites, Desmond Dekker, Dennis Alcapone, Lee Perry, Alton Ellis, Jimmy Cliff, Roots Radics, Sly e Robbie entre outros.
GM: A cena reggae nacional. Como vocês a vêem? O que melhorou, piorou, o que pode ficar melhor?
RS: Piorou, porque antes haviam várias casas de shows próprias para reggae, e hoje em dia só as rádios fazem os festivais e não tratam bem as bandas, e o que melhorou é que com o Brasilites nós mesmos que promovemos nossos shows e eventos, assim como várias bandas estão fazendo hoje em dia.
GM: Quais são os atuais projetos da banda? RS: Pretendemos gravar um cd este ano, terminar nosso Myspace e site, e divulgar mais nosso projeto para todo Brasil.
Uma festa seguindo o formato de rave, mas apenas com o melhor da música jamaicana. Nos dias 20, 21 e 22 de fevereiro, a cidade de São Carlos, interior paulista, recebe o Carnareggae, evento que promete 72 horas de muito som, com sistemas de som e cantores de várias partes do país, como mostra a programação abaixo. Os ingressos são limitados, e maiores informações estão disponíveis na comunidade do Carnareggae no Orkut, no http://carnareggae.blogspot.com/, e nas páginas dos músicos participantes.
Dias: 20, 21 e 22 de fevereiro.
Início às 16h do dia 20.
Estrutura:Local para acampar.Piscinas.Alimentação (vegetariana e outras).
Ingressos limitados: R$ 20,00 – dão direito aos 3 dias de festa, basta não retirar a pulseira.
Pontos de venda em São Carlos e Araraquara em breve.
Pra quem vem de outras cidades:Enviar nomes + RGs até o dia 15 de fevereiro para o e-mail carnareggae@gmail.com
Ingresso a ser pago na entrada da festa.
Local: Chácara Recanto das NascentesRod. Washington Luis – Km 225,5São Carlos – SP
Sexta feira 13 é dia de soul no Cambridge. A primeira festa Talco Bells do ano traz o melhor da soul music, espalhando talco pelo salão (de verdade!) pra galera deslizar pista adentro.
Quanto: R$ 15. Onde: Hotel Cambridge, Av. Nove de Julho, 210 / Centro, a partir das 23h.
Feito por dois amigos apaixonados pela música jamaicana, Mike Murphy e Ian Causer, o site Jamaican Label Art traz uma curiosa e extensa galeria com imagens da arte das labels em vinis de música jamaicana, além de uma galeria com imagens de tunes, digamos assim, detonados. Segundo a descrição dos proprietários da página, o site é feito para todos aqueles obcecados pela música da ilha, com o intuito de mostrar a arte nos rótulos das nossas queridas e amadas bolachinhas.
O grupo de dub Rockers Control, liderado pelo seletor Yellow P (Dubversão Sistema de Som), lança seu primeiro álbum na Choperia do Sesc Pompéia na próxima terça-feira. "Jacuípe Sessions", gravado no estúdio baiano Coaxo do Sapo, é um apanhado dos mais de dez anos de carreira do coletivo. O Rockers fará o lançamento dentro do projeto "Prata da Casa", que mostra as novas caras da música para o público por meio de apresentações gratuitas.
Quando: 03 de fevereiro, terça-feira, a partir das 21:00. Onde: Choperia do Sesc Pompéia - Rua Clélia, 93 - Pompéia - SP Quanto: grátis